Huuuum, comidas!

A verdade é que pedalar dá fome e se você começar a viajar de bike, vai comer muuuito! Por outro lado, ninguém consegue pedalar de barriga cheia e já passamos muitas horas sem perceber que não comemos nada e ficar abatido por causa disso no final do dia. Hoje temos uma “regra” de parar a cada hora pedalada para beliscar algo, nem que seja apenas uma mordida. Só de fazer isso a gente ganhou muita energia no rendimento geral da pedalada.

Sempre levamos um mínimo de comida na estrada por precaução, mesmo sabendo que passaremos por cidades no caminho. No começo a comida era quase sempre macarrão com molho de tomate, soja e legumes, por ser mais rápido de cozinhar, mas logo enjoamos do macarrão (sem contar que é bem pouco nutritivo). Hoje variamos mais com cuscuz de panela, arroz com lentilhas e outras leguminosas, batatas e cenouras. Vira e mexe a gente inventa um jeito de fazer um prato novo (e de preferência que seja feito tudo na mesma panela rs).

A gente era vegetariano antes da viagem e continuamos assim. Quando fazemos nossa própria comida é muito fácil se manter vegetariano ou vegano. Afinal, qualquer mercadinho vai ter legumes e grãos (só a lentilha que tá ficando difíiiicil de achar no cetro-oeste). Mas quando dá uma vontade de comer algum lanche de padoca ou boteco, muitas vezes não tem opção nenhuma sem carne. Teve uma padaria em Minas em que até o pão de queijo tinha calabresa rs. Nossa proteína vem dos grãos, vegetais e castanhas. Ah, e vale dizer que essa história de que a gente precisa de carne para fazer exercício não tá com nada não rsrs!

Um bom "almojantar" depois de caminhar o dia todo no Parque do Itatiaia (RJ)

E temos que confessar nosso ponto fraco: temperos! A gente ama comida bem temperada, e  nossa sacolinha de temperos até que fica pesada, mas a a gente releva rs. Azeite, shoyu, sal, alho frito ou desidratado, pimenta e orégano são itens obrigatórios. Quando encontramos algo diferente também pegamos e ficamos até acabar, como gergelim, tabasco, curry, manjericão, etc.

De lanche, levamos granola, maçãs, torradas, castanhas e grãos germinados. Também descobrimos a arte de cozinhar batatas-doces no dia anterior para comer de lanche (quando dá também cozinhamos ovos para comer de lanche).

Andrea comendo mexerica de lanche no meio do Caminho do Sol, rumo à Salto (SP)

No café da manhã vai uma granola, e pão com lentilhas e azeite, se tivermos pão. Agora a gente aprendeu a fazer tapioca com a fécula de mandioca e polvilho doce… Tapioca com tomate e azeite no café da manhã virou nosso “pão na chapa” rs!

De bebida, sempre temos um chá com cafeína (mate ou verde) e o clássico gengibre anti-inflamatório.

Para dar um gás na pedalada a gente leva pó de guaraná. E temos de reserva gel de carboidrato para “emergências” e pastilhas de repositor de sais, para tomar só naqueles momentos críticos em que ficamos sem energia, mas ainda temos que pedalar muuuito mais.

Bruno cortando um queijinho na parada para lanche, rumo à Andradas (MG)

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Andrea e Bruno, um casal que largou tudo para fazer uma viagem de bicicleta pelo Brasil!

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